G20: um passo adiante ou a legitimação do mesmo?

No dia 2 de abril último, representantes das 20 maiores potências econômicas mundiais se reuniram em Londres para debater a atual crise econômico-financeira, bem como as possíveis ações a serem seguidas para acabar com a mesma. Esta reunião significa uma mudança qualitativa no sistema internacional, que passará a ter suas questões encaminhadas por grandes diálogos, ou é apenas sinal de um mundo que está tão perdido quanto esteve no final da Guerra Fria?

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Inação européia e risco de aprofundamento da crise

A atual crise econômico-financeira já mostrou muito de seus impactos e indica um futuro bastante desanimador. Muito de suas causas já foram identificadas e vários planos para que haja uma tentativa de diminuição de seus impactos negativos já foram desenhados. A grande questão é se todos os governos estão efetivamente preparados para atuar com a profundidade e a envergadura necessária. Aparentemente não. Continuar lendo

Ásia: uma saída de curto-prazo para a crise?

A crise econômico-financeira ainda não mostrou sua real dimensão no Brasil e ainda há um pouco de esperança que ela afete menos o país do que tem afetado o resto do mundo. No entanto, ao acompanhar o que ocorre nas principais economias mundiais, o cenário que surge exige cuidado e, sobretudo, a necessidade de se preparar para momentos mais turbulentos para o comércio mundial. Continuar lendo

McCain é pró-EUA e não pró-etanol brasileiro

O etanol brasileiro vive uma boa fase, tanto nacional, quanto internacionalmente. A efetiva consolidação do etanol como um combustível automobilístico depois de décadas de investimentos e esforços produtivos de um lado, o reconhecimento internacional das qualidades ambientais e produtivas do etanol brasileiro de outro, fazem com que depositemos grande parte de nossas expectativas no etanol como um elemento capaz de projetar o Brasil no sistema internacional.

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Cidades: entre o espaço e a condição da inovação

Outubro está a caminho e logo as eleições municipais chegarão. É natural esperar a partir de agora um aumento das reflexões sobre as cidades, bem como sobre as políticas públicas que devem ser implementadas para que a qualidade de vida dos municípios melhore. Os tradicionais discursos político-eleitorais mostrarão soluções óbvias e fáceis para resolver os mais variados problemas urbanos. Passadas as eleições os problemas persistirão, quando não piorarem em função da abstenção dos poderes públicos no encaminhamento das propostas políticas que os ajudaram a se elegerem.

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