Vale a pena investir na internacionalização?

Rodrigo Cintra, da ESPM: necessidade de formar profissionais para uma gerência multicultural

Rodrigo Cintra, da ESPM: necessidade de formar profissionais para uma gerência multicultural

Por Marleine Cohen

Colocar o Brasil no mapa da educação globalizada, tornando-o um destino universitário cobiçado por quem aspira fazer estudos avançados de qualidade. Essa é a meta da internacionalização do ensino superior que o país começou a perseguir, há cerca de cinco anos. Um caminho longo e árduo, que impõe obstáculos de ordem linguística, administrativa, logística e financeira, além da exigência de conteúdo qualificado em sala de aula. Mas o retorno vale a pena, segundo os especialistas: afinal, é dessa excelência acadêmica e desse intercâmbio multicultural que se alimentarão as próximas gerações de profissionais atuando dentro e fora do mercado nacional. Continuar lendo

ESPM oferece curso de Graduação em RI

A ESPM está disponibilizando para os estudantes de graduação em relações internacionais duas trilhas de especialização: em Relações com Investidores e em Relações Governamentais.

O Prof. Rodrigo Cintra, diretor de Internacionalização e responsável pela coordenação do curso de Graduação em Relações Internacionais da ESPM, observa que o curso procura formar “Diplomatas Corporativos”, com disciplinas voltadas para humanidades, marketing, pesquisa, economia, finanças, gestão e principalmente negócios. Continuar lendo

Especializada em marketing, ESPM abre espaço para cursos em novas áreas

Oferecido desde 2007, o curso de Relações Internacionais é um dos destaques entre as graduações da ESPM, que nasceu com foco na formação de Publicidade e Marketing. Outro resultado da diversificação de graduações da entidade, o curso de Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão está na sua primeira turma. A graduação aborda a tecnologia da informação aplicada a entretenimento, jogos e desenvolvimento de aplicativos.

A graduação é a única do País nesse formato e foi inspirada em outras existentes em universidades estrangeiras. Entre as disciplinas estão Gerenciamento de Games e Desenvolvimento de Aplicativos.

“Formamos um profissional híbrido e completo, que trabalha na área de Tecnologia da Informação, ligada à Comunicação”, diz o coordenador do curso, Rodrigo Tafner. Ele garante que a área continuará sendo demandada nos próximos anos e que não será extinta como outras apostas de mercado promissor. “É uma das que mais recruta profissionais mundo afora.” A ESPM aposenta a sala comum e utiliza o laboratório em 80% das aulas e, nas demais, faz encontros em arquibancadas, com o professor no centro. 

Já a graduação de Relações Internacionais, segundo o coordenador Rodrigo Cintra, busca formar “diplomatas corporativos”, que atuam em multinacionais e empresas com amplo mercado. O curso oferece ainda disciplinas de relações governamentais e institucionais, já que as empresas criam áreas de relacionamento com o governo e entidades. 

Depoimento: Juliana Malvasi, analista sênior de RI

“Queria algo abrangente, escolhi RI porque tinha diversidade de matérias, desde aulas de Marketing até Política. O curso proporcionou esse leque mais aberto e estudei diferentes teorias. Eu me formei em 2013 e já atuo na área. A ESPM sempre ofereceu laboratórios atualizados, biblioteca vasta e aplicativos liberados para estudo. Só senti falta de palestras com pessoas do terceiro setor ou de áreas menos tradicionais. Há uma visão muito voltada para o mercado das grandes empresas.”

Publicado em: Eduação – O Estado de São Paulo, 17 de outubro de 2014.

Fonte: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,especializada-em-marketing-espm-abre-espaco-para-cursos-em-novas-areas,1578524

Fim da austeridade na Europa pode dar prejuízos à Alemanha

A Alemanha corre o risco de, mais uma vez, pagar a conta da União Europeia (UE) com a decisão tomada na reunião do G-20, realizada em Moscou, na sexta-feira e no sábado, sobre a priorização do crescimento dos países em detrimento da política de austeridade.

Segundo especialistas ouvidos pelo DCI, a tensão política nos países europeus, gerada pela insatisfação da população com a política econômica adotada até agora, impulsionou os governos a adotar a mudança na postura, assumindo um grave risco para a economia europeia.

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Após a reeleição, Obama adota linha de confronto

Presidente eleva o tom contra os republicanos em temas cruciais como o abismo fiscal e mudanças na saúde.

Oficialmente, Barack Obama dá início à sua nova gestão à frente da Presidência dos Estados Unidos neste domingo, dia 20, mas os desafios desse novo mandato já têm feito parte da rotina do democrata, que deve dedicar neste governo mais força a uma agenda própria do que às questões que antes o pautavam para a disputa da reeleição.

Tem de enfrentar urgentemente as discussões para desenrolar o imbróglio do abismo fiscal, evitando alcançar o teto dos gastos do governo. E ainda não conseguiu implementar as mudanças no sistema de saúde, cuja aprovação marcou o principal ganho de seu primeiro mandato.

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Agências admitem inscrições de cursos de Humanas no Ciência sem Fronteiras

Mesmo com a decisão da Justiça, que suspendeu anteontem uma liminar que permitia a participação de universitários da área de Humanas no Ciência Sem Fronteiras (CsF), as agências de fomento responsáveis pelo programa ainda permitem que alunos de todas as áreas, incluindo Humanas, inscrevam-se no edital que teve seu prazo estendido para o dia 25 deste mês.


A decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5.ª Região não alterou o quadro de indefinição dos estudantes de Humanidades e também de universitários de Saúde que ainda criticam a falta de clareza na definição detalhada dos cursos que podem participar do programa. A crítica é focada em pelo menos duas das áreas consideradas prioritárias pelo CsF: Ciências da Saúde e Indústria Criativa.

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Visita de Obama traz avanços para o comércio entre Brasil e EUA

A concretização de acordos como o Tratado de Cooperação Econômica e Comercial (Teca) e o anúncio do Eximbank americano do financiamento de US$ 1 bilhão para investimentos no pré-sal foram os grandes destaques da visita ao país do presidente dos EUA, Barack Obama, segundo analistas ouvidos pelo BRASIL ECONÔMICO. O Teca pode abrir espaço para redução das barreiras técnicas, um dos itens que mais atrapalham o comércio bilateral. Os avanços deixaram em segundo plano a sinalização de apoio dada por Obama à reivindicação de uma vaga para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU, vista como “protocolar”.

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Obama tenta recuperar imagem ruim deixada por Bush

Em apenas dois dias, a comitiva americana conseguiu montar uma agenda para o presidente Barack Obama no Brasil carregada de simbolismos. A troca da sisuda São Paulo pelo Rio de Janeiro; o discurso ao “povo brasileiro” e as boas-vindas à nova presidente do país: mensagens que pontuam o desejo de uma relação estratégica e amigável com o maior representante da América Latina, apontam especialistas brasileiros e americanos ouvidos pelo R7.

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Diplomacia corporativa cresce

Evolução das negociações econômicas muda perfil de formando em relações internacionais

Para fazer relações internacionais, é preciso gostar de história, geografia e inglês, certo? Mas não é só isso.

Com a evolução das negociações comerciais feitas por empresas e governo brasileiros nos últimos anos, o aluno tem tido que mostrar afinidade também com matemática.

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