There are almost 20 years Brazil and Ukraine began (com o Acordo-Quadro sobre a Cooperação de Usos Pacíficos do Espaço Exterior, 1999) uma aproximação para um projeto que parecia bom para ambos: o lançamento de um satélite ucraniano usando-se a base de Alcântara. A partir desta aproximação, criaram a empresa binacional Alcântara Cyclone Space (ACS). In 2003 finalmente a empresa foi criada diante de um aporte aproximado de R$ 480 milhões por parte do governo brasileiro.
Mesmo o projeto parecendo ser tão bom a ambas as partes, não foi para frente. Há diversas explicações para isso, mas uma das mais importantes é a pressão feita pelos EUA sobre a Ucrânia para que não avançasse com o projeto. Em um telegrama (vasado pelo Wikileaks) from the USA to its embassy in Brasilia in 2009 advised that the country was not against the use of the Alcântara base, but they did not accept technology transfer because they did not want Brazil to develop its own program. In addition to this, also prohibited the launch of US rockets or rockets with US components.
Given the inability to advance this cooperation, in 2015 the Brazilian and Ukrainian governments announce the end of the project. However, the Ukrainian government does not agree with the closure of ACS and promises to charge the Brazilian government a fine that could reach R$ 2 billion, even though the company never achieved its goal, which was to launch the rockets. The confusion surrounding this charge will still be long and full of diplomatic intricacies.
However, this whole issue goes beyond itself, this is not just a binational project not being carried out as it should. Any project of this type faces limitations as the US is responsible for much of the technology related to rockets.. Studies indicate that 80% of rockets and satellites produced in the world have North American technologies. The result is that the US can determine standards for commercialization and technology transfer.
Currently, the Brazilian government has been in dialogue with North American companies such as SpaceX and Boing. However, despite the potential gain of 1,5 bilhão de dólares por ano com o uso da base de Alcântara, essas negociações podem não chegar a termo se não for aprovado um acordo de salvaguarda tecnológica com os EUA. O problema é de que não há qualquer previsão de quando isso aconteça, já que um novo acordo terá que ser construído pelos dois países e depois aprovado nos Congressos de ambos (só para se ter uma ideia, uma proposta como essa ficou de 2000 a 2016 no Congresso brasileiro e não foi aprovada).
Dada a complexidade da questão, a necessidade de construção de acordos internacionais e limitações do que se pode fazer, é imperativo que o Brasil abra as negociações com o máximo de países possíveis, ampliando as possibilidades de resultado. Mais do que uma fonte de recursos financeiros, a base de Alcântara pode se transformar no pivô do desenvolvimento tecnológico brasileiro na área aeroespacial.